
Para o vereador, o Plano incentivará os profissionais a desempenhar melhor suas funções, dando mais incentivos a buscar pela ciência e melhores condições de trabalho. “Um profissional de saúde, hoje, tanto faz ter especialização, mestrado ou doutorado, continua com o mesmo salário, não há projeção vertical” disse Gilson Rêgo.
“O plano de carreira nada mais é que uma política de valorização ao profissional” disse a vereadora, Tércia Batalha (PSB). “Todo e qualquer profissional de saúde tem a necessidade de ser valorizado, ter formação, atualização, aperfeiçoamento, se fizermos isto, os profissionais estarão mais estimulados em suas funções e os serviços se tornarão de melhor qualidade” defende Tércia.
“Temos que lutar, também, pela melhoria do atendimento que significa ter recursos, equipamentos e medicamentos, o que complementa a questão da saúde que é primordial para todo e qualquer cidadão”.
Na discussão da matéria, o vereador, Gilson Rêgo (DEM), autor da proposição, falou sobre a disparidade salarial do profissional da saúde, educação e justiça, em nível de Estado. “O nível médiona educação, ganha um pouco mais de um salário mínimo; o nível médio na saúde, ganha, no máximo, dois salários; um nível médio na justiça, também do Estado, ganha de sete a oito mil reais. O superior na educação, ainda em nível de Estado, ganha dois mil reais; na saúde, três mil; e na justiça, até 20 mil” compara.
Quanto ao comparativo, Tércia Batalha (PRB) afirmou que “os nossos governantes deixam sempre de valorizar a educação e saúde, para valorizar a justiça ou outras áreas que para eles lhe são, talvez, mais necessários”.
O requerimento foi aprovado por unanimidade dos vereadores presentes.
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