Tem aplicativo para musculação, caminhada, corrida, ciclismo e até ioga. A maioria é compatível com os sistemas Adroid e também para iPhone.
Segundo o educador físico e personal trainer Igor Costa, o uso dos aplicativos tem aumentando consideravelmente de dois anos para cá, ganhando adesão de aluns e professores. Ele próprios diz usar o Runner durante as corridas com um dos seus alunos.
“O acesso a esses aparelhos melhorou com a queda dos preços e, consequentemente, com a facilidade de baixar esses aplicativos na internet”, comenta o personal, comentando ainda que os aplicativos acabaram substituindo grandes e caros equipamentos, como um monitor cardíaco e um frequenciêmetro, por exemplo, que têm custo médio de R$2 mil, no mercado. “Como aplicativo, passa a custar dois dólares. E outros você encontra até gratuitamente. E eles são confiáveis.”
A administradora de academia, Eliane Maia, já aderiu ao uso dos aplicativos. Ela comenta que melhorou até sua comunicação com o professor, além de ter dado mais segurança. “É um aparelho fácil de manusear, já vem com todo treinamento. Na ausência do professor, você consegue fazer seu treino com tranquilidade e o resultado é excelente”, afirma Eliane.
Mas deve-se tomar cuidado para não passar da conta, nem exagerar. O fisiologista Márcio Mousinho alerta para se estar atento às respostas do seu corpo, ao que o treinamento está lhe proporcionando e como está sendo sua reação ao programa de treinamento sugerido. “Faça suas anotações, registre. Mas não fique bitolado ao aplicativo, afinal ele nem lhe conhece. Ainda é melhor conversar com os profissionais da saúde: médico, educador físico, nutricionista, fisioterapeuta, entre outros.”
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